24 de junho de 2013

Construção

Por Ewerton Machado, colaborador da Revista Vaidapé.

CONSTR

Foto por Drago [SelvaSP]

Os passos rumam em uma nova direção, não podem ser medidos, muito menos contados. Esses passos assustam uns, a outros trazem o inesquecível gosto da novidade. A novidade do fazer junto, da mobilização, da nossa capacidade de pensar um mundo diferente, onde se compreende qualidade, não privilégios.

O que começou há algumas semanas era inimaginável, havia sido criado um conceito de imobilidade política sobre cada cidadão brasileiro. Questões primordiais foram esquecidas em função do afunilamento social. Criaram-se sistemas que priorizam o enriquecimento a todo custo em detrimento do ser-humano. Eu entendo o medo da mídia, do governo, estavam acostumados a ditar a grande massa: como se deve viver, o que fazer e porquê. E agora esse “ar” de mudança, repentino, afeta pessoas e lugares até então inatingíveis.

Os gritos, até então suprimidos, fomentam o não condicionamento. Leva a pensar e discutir uma sociedade eficiente e igualitária, portanto, não transformaremos a subserviência em padrão social. Carregaremos flores e ofereceremos abraços, reivindicaremos o direito a união de ideias, confrontaremos os erros impostos e mostraremos o caminho.

Com toda essa comoção é possível imaginar um novo patamar de ações, beneficiando toda a sociedade, abrindo um leque de oportunidades. Agora surgem novas questões e demandas que precisam ser amplamente discutas e postas na mesa. Há um abismo entre o estado e a população, há de se construir uma ponte.

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