21 de fevereiro de 2014

Encontros, samba e teatro para entender a história

Por Victor Santos, via MyFunCity

Formada em 1996, a Kiwi Companhia de Teatro procura promover a construção de um pensamento crítico a respeito da sociedade brasileira, através de peças de teatro. Segundo a página da Cia na internet, as apresentações do grupo partem da necessidade de se fazer e pensar o teatro, simultaneamente.

No primeiro semestre de 2014, a Kiwi traz ao público paulistano debates, apresentações teatrais e roda de samba. Toda a programação tem entrada gratuita.

Entre os dias 21 e 23 de fevereiro, acontecem três encontros com a proposta de discutir as relações entre estética e política, na sede da Cia, que fica próxima à Estação Santa Cecília do Metrô, na Rua Frederico Abranches, nº 189.

Na sexta, 21, às 21h, o tema do encontro é “Cultura e Ditadura”, com Alipio Freire (ex-preso político, escritor e artista plástico) e Francisco Alambert (professor de História da arte na USP). Já no sábado, 22, a partir de 17h, o tema abordado é “Direitos Humanos e Violência do Estado”, com José Damião de Lima Trindade (Procurador do Estado de SP e militante dos direitos humanos) e Débora Maia (integrante do coletivo Mães de Maio), no dia ainda acontece o lançamento do livro “Periferia Grita” das Mães de Maio.

No domingo, 23, às 15h, o debate é sobre “Teatro e Ditadura: discussão sobre processos de trabalho”, com a presença da Companhia do Tijolo, Grupo de Teatro do Oprimido da Garoa, Grupo de Teatro Arlequins, além da Kiwi Companhia de Teatro. Fechando a programação, ainda no domingo, às 18h, acontece a roda de samba, ensaio do Cordão da Mentira, que procura fazer um grande desfile que serviria de escracho, no dia 1º de abril, quando o Golpe de 1964 completa 50 anos. O Cordão tem como tema “Tema: 64+50: Quando vai Acabar a Ditadura Civil-militar?”.

A Kiwi ainda promove uma temporada do espetáculo “Morro Como um País”, no Cit Ecum (antigo Teatro Fábrica ou Coletivo), que fica na Rua da Consolação, nº 1627, entre 26 de março e 17 de abril, quartas e quintas, sempre às 21h. A peça procura expor diferentes formas de exploração e opressão do Estado, exercidas em diferentes países e contextos históricos.

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