04 de novembro de 2014

Estado

Por: Bira Iglecio

Criação do mercado,
Fez meus sentidos velados, e assim,
Alguém fardado,
Com os olhos fechados
– Ou nem tão fechados –
Assassinou um coitado.
De qualquer estado.
Em qualquer estado.

Me pergunto como mantemos esses corpos fedendo,
o trabalaho suado,
e essa carne
em
Estado
de sítio.

Um banqueiro qualquer
Esbanja bravura:
“Que se fodam, pobres”
– continua –
“Que se fodam!”.
Esses nobres
Dirão que são trabalhadores,
Herança Cultural de uma Europa sem peso, nem dores
Em um Estado,
completamente,
Arbitrário.

Quem decide por ele?
Tirano, seu dono,
Capitão do mato

Decretam seu fim.
ESTADO
de choque.

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