11 de agosto de 2015

Sinto nia

Fecharam as portas, as janelas
Me vi sem saída
Com a alma aflita,
resolvi dançar

Nesse molejo,
senti sua mão
que me levou
por uma valsa inteira

O som de cada passo
voltou a iluminar nossos rostos
Olhei ao fundo em teus olhos,
sabia de fato onde pisar

Achei que fosse a dança,
mas toda aquela insegurança
se desvairou sob nosso aconchego

E o tal ritmo,
antes atrapalhado
Finalmente em você,
se reequilibrou

Só um grito
Mal amado
Vai quebrar o que você moldou.

Poema: Gi Fabbri
Ilustra: André Porces

A RUA GRITA

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