02 de setembro de 2015

Aquário

NautNo aquário diminuto
nadei em teus olhos salgados
mais uma vez
até quase o afogamento.

Ansiando por ar
golpeamos o vidro
estalou, rachou, num ímpeto rompeu
em explosão reluzente.

“Olha como brilha, a nossa liberdade!”
Ficamos ali
Admirando a chuva afiada
Rasgar nossos corpos
Como navalhas.

Na manhã fria segui rumo a mim
Retirando um a um
O vidro incrustado.

 

Poema Nautila

Ilustra Nautila

 

A RUA GRITA

ENSAIO | A volta da caça às bruxas

Por: Felipe Malavasi A manhã de ontem (7) foi conturbada em frente ao Sesc Pompeia, … Continuar lendo ENSAIO | A volta da caça às bruxas

A RUA GRITA

Uma espécie de Molloy

Santiago Segundo cria um personagem absurdo que se envolve numa estranha busca pelo próprio Estômago, … Continuar lendo Uma espécie de Molloy