16 de fevereiro de 2017

O pixador Sabot fala sobre Doria, tretas com grafite e criminalização do pixo

A Vaidapé trocou uma ideia com o pixador Sabot, que falou sobre as recentes polêmicas entre Prefeitura, pixadores e grafiteiros, seu rolê na rua e a repressão da policía contra o movimento


Por Henrique Santana
Fotos: Jay Viegas

Sabot-11
Pixador há mais de 15 anos, Sabot trocou uma ideia com a Vaidapé – Foto: Jay Viegas

No último mês, a guerra de tintas deflagrada pela Prefeitura de São Paulo ganhou os noticiários e reascendeu a discussão sobre intervenções no espaço público. Para trazer mais elementos ao debate, a Vaidapé lança uma série de entrevistas com grafiteiros e pixadores, convidados para trocar uma ideia sobre as dinâmicas na rua nos últimos anos. O estreante é o pixador Sabot, que carrega na bagagem mais de 15 anos de pixação em São Paulo.

Hoje com 27, Sabot traz consigo um currículo de grande volume de rolês pela cidade, além de viagens a diferentes partes do Brasil e uma série de tretas com a polícia. Vive do desenvolvimento de letreiros para comércios e marcas de roupa, mas sem deixar a pixação. Como diz, “tem gente que abre algumas portas. Mas o mundo é complexo. Do mesmo jeito que tem quem seja a favor, tem quem é contra. E isso em todas as áreas”.

Diretamente da zona norte de SP, ele contou sobre seu corre e suas influências. Falou da relação entre pixo, grafite e poder público, a repressão na rua nos últimos anos e sua perspectiva para o mandato de Doria.

Sobre as recentes polêmicas com a pintura de uma série de painéis de grafite de cinza, ele não vê o porquê de tanta agitação. “Para a gente sempre foi assim. Agora que os grafiteiros tão chorando lá. E olha que eles receberam para fazer aquilo. Não sei porque eles choram tanto.”

LEIA A ENTREVISTA COMPLETA


Como você começou a pixar?

Comecei a pixar em meados de 2000, na época da escola. O ensino não me atraia e eu preferia ficar no pátio da escola rabiscando as paredes. Ai você vai para a rua da escola, depois para a avenida, e começa a ver que aquilo é um universo gigante. Isso me seduziu bem mais. Tanto que eu acabei até abandonando a escola. E tô aí, até hoje pixando.

“As vezes você acha que o seu pixo vai ficar 20 anos no lugar e no dia seguinte os caras pintam. Para a gente sempre foi assim. Agora que os grafiteiros tão chorando lá. E olha que eles receberam para fazer aquilo”

Você criou o Sabot logo depois da morte do Sabotage, né? Como que foi?

Ele foi assassinado dia 24 de janeiro de 2003. Dois dias depois, no dia 26, eu comecei a fazer. Antes eu só rabiscava de giz de cera, não era um compromisso. Mas a partir daí ficou mais sério. Eu fiquei sabendo do assassinato e aí como uma homenagem… nem sei se homenagem é a palavra correta, porque acho que é pouco perto do que ele representou para mim. Mas foi uma forma de fazer com que as pessoas vejam e, de alguma forma, lembrem dele.

Como que é o fluxo nos points para você? Rola uma família, tem muita competição? Como que é hoje e como era antigamente?

É legal. Você encontra bastante gente. São Paulo é grande pra caramba. Tem pessoa que eu só encontro por lá. A gente se conhece há anos e só se vê lá. Tem competição, tem aquela parada do ego. Tem cara que pixa mais e acha que é fodão. Tem cara que não pixa porra nenhuma e mesmo assim acha que é fodão. Mas é um momento nosso também, para nós. Raramente dá briga ali. Se tiver alguma treta, a gente troca umas ideias e tenta conversar. Mas é isso. É um espaço que a gente criou. Um dos poucos espaços que a gente realmente tem ali.

Você acha que o Doria vai cair em cima?

Acho que já tá. De uns tempos pra cá já estavam caindo, mesmo sem o Doria. Todo mundo sabe onde a gente se encontra. Já tá explanadão.

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Mas também já tiveram vários points diferentes, né?

Teve. O primeiro que eu colei foi na Vergueiro. Eu era molecão novo. Cabulava aula e ia pra lá nas terças-feira. Ficava vendo uns caras que pixavam pra caralho. Mas mudo, quieto. Quem era eu pra falar alguma coisa? Hoje em dia os caras são tudo amigo nosso.

Quem era a galera que colava la?

Puta, bastante gente. O Neticos – Guigo, que é uma grande referência que eu tenho, e que hoje faço parte da mesma grife, a “É o Terror”. Ele era um cara que pixava pra caralho. Eu trombava ele lá e, para a gente, era como se você encontrasse um cantor que você gosta pra caramba, tá ligado? E era da hora. Mó rapaziada. Além dele, o Jets. Só que foi aquela coisa. A polícia chegou e, de tanto eles colarem, a gente acabou parando de ir lá.

E você tem influência de mais quem da galera das antigas?

Puta… de pixação é bastante. Eu gostava muito de ver rolê do Psicose – Bip e do A*Firma -Telo. Esses dois foram grandes influências pra mim também. Observando foi que eu falei: ‘Caralho, o rolê dos caras é foda’. Não era simplesmente uma pixação, tinha aquela parada de ser feito na régua, retinho, com as letras foscadas em cima. Tinha uma estética, uma vaidade. Não era só rabiscar e pronto, acabou. Foi aí que eu vi que tinha que fazer o bagulho da hora.

Você falou que nas gerações de agora a galera não está mais respeitando tanto. Mas, por outro lado, o pixo também teve uma evolução muito sinistra, né. A galera começou a fazer umas escaladas gigantes, descer de corda.

Eu acho que isso acontece também por causa do espaço. Se você sai com três amigos para pixar é difícil achar um espaço legal para os três fazerem. Então a pessoa vai se adaptando, né. Hoje em dia tão descendo de corda dos prédios. Quem diria! Tão buscando algo novo. Quem gosta de inovar vai buscar o novo, e isso é impressionante. A primeira vez que eu vi a Ponte Estaiada toda pixada eu falei: “Minha nossa senhora”. Olhei aquilo e falei: “Puta que pariu, mano. Fazia tempo que alguma coisa não me surpreendia”.

“A pixação é isso aí: não vão domesticar e não vão conseguir parar. Muito pelo contrário. O Doria tá colocando todo mundo no flash. E pixador gosta disso”

Você faz escalada também?

Ó, vou falar pra você… Eu já perdi amigos nessas daí. Eu nunca fui muito bom nisso. Já fiz um negócio ou outro no alto, gostava de fazer bastante lateral de prédio, já me arrisquei fazendo algumas janelas, mas não é para mim não. Tinha amigos muito bons que escorregaram, caíram e perderam a vida. Hoje em dia que eu estou um pouco mais consciente eu fico de boa de me arriscar tanto.

Recentemente, a grande polêmica que apareceu nos jornais foi quando apagaram os grafites da 23 de Maio. Mas as pixações também vem sendo apagando a décadas, né?

É. Para a pixação sempre foi assim. Às vezes você dá sorte, acerta um lugar e o pixo fica lá 10 anos. Mas outras você acha que vai ficar 20 anos e no dia seguinte os caras pintam. Para a gente sempre foi assim. Agora que os grafiteiros tão chorando lá. E olha que eles receberam para fazer aquilo. Não sei porque eles choram tanto.

O que você acha do grafite sendo patrocinado pela Prefeitura?

Sabot

Eu acho que isso aí é uma tática da Prefeitura que fez muito grafiteiro virar massa de manobra. Tão ganhando dinheiro pra caramba e usando o grafite para cobrir e esconder a pixação. Grafite autorizado é uma parada, mas o negócio é o confronto. Tudo começou assim.

O Haddad foi aquele prefeito que incentivou o grafite, falou que era legal, patrocinou painéis…

Ele usou essa tática. Usou os grafiteiros para deixar a cidade bonita. Bonita no padrão dele.

E com o Doria?

Pode até ter diálogo com os grafiteiros, que eles já tão chorando, né? Mas não vai ter diálogo com pixador não. Mas pixação é isso aí: não vão domesticar e não vão conseguir parar ela. Muito pelo contrário. Ele [o Doria] tá colocando todo mundo no flash. E pixador gosta disso, gosta dessa transgressão, desse confronto.

“O grafite real é que nem a pixação. Ele é transgressão. Você chega onde você quer fazer, vai lá e faz. Não depende de autorização, de curadoria, de patrocínio, de porra nenhuma”

O que você achou do lance dos atropelos aos grafites em 2008?

É complicado para mim falar, porque eu não tenho muita coisa a ver com isso. Posso falar o que eu acho… Os caras tem o motivo deles. Toda ação gera uma reação e eu acho que foi isso que aconteceu.

Teve uma época em que estavam pintando muita pixação pra fazer grafite, pregando que isso é normal. E isso não é normal! O grafiteiro sabe que não é normal. Ele sabe do risco que o pixador passa e, mesmo assim, isso tava acontecendo, o que gerou uma reação. Acredito que foi isso. Ninguém atropela ninguém em vão. Tudo tem um porquê.

Entre os grafiteiros, tem gente que você respeita hoje?

Orra. Eu gosto de grafite pra caramba. Antigamente eu era meio tomado pela ignorância, não entendia muito o que era grafite. Até que um dia eu conheci um moleque de 16 anos e ele me ensinou o que era grafite. Eu comecei fazer com ele e faço até hoje. Isso foi em 2011. Até então eu não gostava muito não. Por causa dessas paradas de pintar pixação, de se achar mais do que um pixador.

Mas eu gosto bastante de grafite sim. Tem bastante cara que tem rolê de se respeitar, leva a sério. Para mim pelo menos, o grafite real é que nem a pixação: ele é transgressão. Você chega onde você quer, vai lá e faz. Não depende de autorização, de curadoria, de patrocínio, de porra nenhuma. Esse é o real grafite. E muitos não sabem por causa dessa comercialização que estão fazendo. Vai na 23 [de maio], pinta um peixe bonitinho, um monte de flor, um cachorrinho, um gatinho e todo mundo gosta.

Foto: Jay Viegas

E patrocinam, mas a gente só vê patrocinando no centro.

Eles querem decorar o centro. Pessoal vem de fora para andar no centro. Você vai nas favelas e não vê nem o cinza. Porque os caras não vão lá passar jato cinza na favela. E é o local que mais precisa de cores. Até pelo tratamento. São pessoas que são meio esquecidas, sabe? Acharia justo um projeto desses do prefeito levar cores em uma favela.

“Você vai nas favelas e não vê nem o cinza. Porque os caras não vão lá passar jato cinza na favela”

O que você achou da galera do pixo indo pra Bienal?



Legal. Acho justo. Um tempo atrás eu não achava. Mas pô, a gente se dedica. É uma vida inteira dedicado a isso, mesmo que você não perceba. Acho justo a gente colher algo de positivo também. Porque é repressão, é agressão de polícia, é briga com a família, é briga com namorada, é emprego que você perde…

O que é complicado é quando você muda sua ideologia exatamente por causa disso. Se continuar na mesma ideologia, no mesmo ritmo, tá legal. Mas é complicado, porque o dinheiro muda bastante o pensamento das pessoas e isso aí envolve dinheiro.

Tem quem fale que o pixo é revolucionário, tem quem fale que não é. Queria saber sua opinião.

Eu acho que revolução é uma palavra muito forte para isso. Mas, ao mesmo tempo, é uma parada de se respeitar. Porque, se for ver, a gente não ganha nada com isso. Muito pelo contrário, tem todas as tretas e mesmo assim tá fazendo. Não ganha um real, gasta dinheiro e mesmo assim tá fazendo. É muito amor envolvido.

Isso sem falar da repressão da polícia e das agressões que a gente passa. Eu mesmo já fui torturado em delegacia, mas isso não me fez parar. Na hora você até pensa, mas passa uns dias e você fala: “Porra nenhuma”. Eu costumo dizer que a pixação é tipo uma doença que não tem cura. Você tá doente e jé era irmão, o azar é seu.

E como é que foi essa história de tortura?

Eu tinha 18 anos. A polícia pegou eu e mais dois amigos. Liberaram os dois e me levaram. Só que, ao invés de ir para a delegacia, eu fiquei dentro da viatura. Os caras colocaram uma caneta no meu dedo, apertaram e começaram a girar. Nunca vi um bagulho daquele mano, mas doía, doía, doía para caralho. Depois disso me trancaram dentro da viatura e eu fiquei sete horas lá, algemado. Mó espacinho. Mal dava para respirar e eu não sabia o que iam fazer comigo. E essa foi uma das… porque a repressão é complicada. Na madrugada, os caras te pegam e não querem nem saber. Bate, dá soco na cara. Já vi agredindo menina que tava junto com a gente. Os caras não tem dó. Até porque acho que o treinamento deles é pra isso.

Já aconteceu também de me levarem para uma sala na delegacia, apagar a luz e deixar três policiais batendo na gente. Era porrada de tudo que é lado sem a gente nem ver de onde estava vindo. Também já tomei choque dentro da viatura e depois me deram soco, chute e largaram em qualquer lugar sem falar nada.

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E você tem raiva de polícia?

Não sei se é raiva. Eu queria sentir algo positivo deles, mas, infelizmente, eu não consigo ver nada que me agrade ou me faça confiar. Pior de tudo é que a gente ainda paga o salário deles… Mas, dentro da pixação, se for ver, a gente não tem muito o que reclamar. Eles tão aí pra isso: a pixação é o crime e eles são os homens da lei. Mas acho que não é pra tanto também. Agredir, torturar…

“Para mim o Doria é mó zé média. Tá fazendo uma média do caralho. Pior é que tem gente que abraça. E pior ainda é que ele foi votado”

E recentemente teve também o caso dos meninos, que os policiais mataram. Nossos amigos, o Alex e mais um, que estavam pixando no alto de um prédio. O sindico viu, trancou eles lá e chamou a polícia. Os polícia chegaram dando tiro, falaram que eles estavam assaltando e forjaram eles. Pô… todo mundo da pixação sabe que eles não andavam armados. Ninguém vai pixar armado. Eles só andavam com o spray e nada mais que isso.

O cara pega o pixador e quer fazer dele um bandido. Que nem o Doria tá fazendo aí. Tantos problemas que a gente tem… No bairro que eu moro chove 10 minutos e enche tudo de água. É aquela porra, todo mundo se fode. Você vai no posto e não tem remédio, a escola não tem nada que atrai a molecada, mas o Doria tá aí, preocupado com pixação. Beleza, vai acabar a pixação: acabou, pintou tudo. E aí? Tá legal a cidade? Tá nada né.

E porque você acha que ele tá nessa?

Para mim ele é mó zé média. Tá fazendo uma média do caralho. Pior é que tem gente que abraça. E pior ainda é que ele foi votado. Não é que nem o Temer, que caiu aí de paraquedas. Votaram nesse filha da puta e a gente vai ter que aturar quatro anos. Vamos ver no que vai dar.

Você vê diferença no tratamento da polícia durante todos esses anos que você pixou?

É complicado. Porque da mesma forma que eu já peguei polícia que agrediu e torturou, eu já vi polícia praticamente bater palmas para nóis. Ele apontou e falou: ‘Qual que vocês fizeram aqui?’. A gente falou: ‘Não. A gente fez aquele lá de cima’. Ele falou: ‘Caralho! Fizeram alguma coisa com vocês?’. A gente falou: ‘Não’. Ai ele: ‘Devolve as coisas dos menino aí que os menino é diferenciado’.

Eu fiquei travado… Falei: ‘Mano, será que é verdade ou é pegadinha?’. Mas não, o cara liberou. É o ser humano né, o ser humano é complicado de você entender.

É um bagulho que não é previsível?

Sim. Mas essa gestão nova aí vai oprimir bastante mesmo, né mano? Tá escrito aí todo dia no jornal.

Ele mesmo falou que todo pixador é bandido…



Eu mesmo posso falar que a pixação já me livrou de muita coisa errada. Eu já fiz muita coisa errada na minha vida e resolvi largar. Fiquei em depressão, voltei a pixar e voltei a trombar vários amigos.

Entrar para pixação acabou sendo meio que uma escola?

Você vai pra rua e a rua te ensina naquele jeitão. Ou você aprende ou, você se fode. Eu me fodi muitas vezes pra aprender. Porque a rua é aquilo. Só que o problema maior é desde o início. É a educação. Talvez, se a escola que eu estudei tivesse um ensino legal, ou se o bairro que eu morasse tivesse umas opções de lazer, eu não estaria nessa. Mas o jovem pobre não tem muita opção. E ele não quer saber de escola, daquelas papagaiadas. Pedro Álvares Cabral, não sei o que… Bando de safado! Se você procurar estudar um pouco vai ver que é um bando de safado. Que tão te enganando. Eu acho que ele deveria se preocupar mais com a educação da molecada.

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E o lance do Goma [pixador mineiro que ficou detido quase oito meses por uma pixação que alega não ter feito]? Eu acho que foi a primeira vez que alguém ficou tanto tempo preso por causa de pixo. Você já viu isso acontecer com alguém em São Paulo?

Pixando eu não conheço ninguém de São Paulo que foi preso assim. Às vezes vai para a delegacia, fica um dia, mas nada mais que isso.

Você tem medo que isso comece a acontecer aqui?

Não sei se é medo. Não sei também se eu já espero por isso… Tá meio estranho, a gente não sabe o que vai ser. Mas eu vejo muitos problemas na frente para ele ficar focando nisso. Olha as cadeias como é que tão. Não tem espaço para ninguém, tão arrancando cabeça de todo mundo. Vai fazer o quê? Cadeia para pixador agora? Vai ter rebelião de pixador? Pixador arrancando a cabeça do outro? Eu acho que ele tá viajando. Vamos ver se o povo vai aturar.

A pixação também te propiciou vários encontros né. Conta um pouco sobre os roles que você deu pelo Brasil.

Tem esse lado muito positivo. Eu já consegui conhecer outros estados do Brasil por causa da pixação, por pixadores de outros estados que fizeram festas e convidaram a gente. Aconteceu de eu ir para o Rio de Janeiro, estar em uma festa e os caras ao meu redor todos sabiam quem eu era, o que eu fazia. Aquilo até assusta um pouco. A gente tá acostumado só com repressão com coisa ruim, mas por outro lado é legal também. Aqui em São Paulo meus amigos pixadores me fazem conhecer outros lugares da cidade…

É uma forma de expressão. A gente se expressa dessa forma e muita gente se identifica. E a pixação é uma marca de São Paulo. Tem gente de fora que vem pra cá ver grafite e quando vê esse universo da pixação fica impressionado. É surreal, é um negócio que é só nosso.

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